O Ibovespa opera sob forte pressão nesta sexta-feira, influenciado pelas tensões comerciais entre China e Estados Unidos. A escalada da disputa, com a imposição de tarifas adicionais de 34% pela China sobre produtos americanos, incluindo petróleo, tem gerado instabilidade nos mercados globais.
Além das tarifas, Pequim anunciou a inclusão de diversas entidades dos EUA em uma lista de controle de exportação, classificando outras como "não confiáveis". A medida agrava ainda mais o cenário de incerteza, impactando negativamente os índices futuros americanos, que já exibem perdas superiores a 2%.
Diante desse cenário de turbulência, investidores buscam refúgio em ativos considerados mais seguros, como o ouro. A busca por proteção impulsiona a demanda pelo metal, tradicionalmente utilizado como hedge em momentos de crise.
"O ouro, o ativo mais seguro da história do mundo, sempre serviu como um ativo de hedge, ou seja, proteção de patrimônio." avaliou o analista da CM Capital.
A imposição de tarifas sobre o petróleo americano pode abrir novas oportunidades para empresas que exportam o produto para a China. No entanto, o cenário geral é de cautela, com investidores atentos aos desdobramentos da guerra comercial e seus impactos na economia global.
Essa disputa comercial não apenas afeta o mercado de ações, mas também tem implicações para o câmbio e as taxas de juros, exigindo uma análise cuidadosa por parte dos investidores e formuladores de políticas.
Enquanto o governo Lula parece alheio à realidade econômica, preferindo gastar desenfreadamente e inflar a máquina pública, o mundo acompanha apreensivo os movimentos de Trump e seus oponentes, ciente de que cada decisão pode ter um impacto significativo no bolso de cada cidadão.
*Reportagem produzida com auxílio de IA