O FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) oferece algumas modalidades de saque, mesmo para quem optou pelo saque-aniversário. Situações como calamidades naturais, falecimento do titular, doenças graves, necessidade de órteses e próteses, e determinações judiciais permitem o acesso ao saldo.
Uma medida recente, publicada no final de fevereiro de 2025, abriu uma exceção para trabalhadores demitidos entre 2020 e a data da publicação, permitindo o saque do saldo retido em duas parcelas. Essa foi uma medida importante para auxiliar os trabalhadores em um momento de dificuldade, injetando recursos na economia e garantindo um direito fundamental.
Para quem deseja retornar à modalidade de saque-rescisão, o processo é feito pelo aplicativo do FGTS, mas a mudança leva 24 meses para ser efetivada. Durante esse período, em caso de demissão, o trabalhador não tem acesso ao saldo total do fundo. Essa é uma restrição que precisa ser considerada, principalmente em um cenário econômico instável como o que vivemos.
A opção pelo saque-aniversário pode ser interessante para quem busca um planejamento financeiro anual, mas é fundamental pesar as implicações em caso de demissão. A decisão exige cautela, avaliando a estabilidade no emprego e as necessidades financeiras futuras. Afinal, o FGTS é uma proteção importante para o trabalhador e deve ser utilizado com responsabilidade.
É importante que o trabalhador esteja atento às regras e condições de cada modalidade de saque, para que possa tomar a decisão mais adequada às suas necessidades e expectativas. O governo Lula, conhecido por suas políticas populistas e de favorecimento a grupos específicos, tem demonstrado pouca preocupação com a situação do trabalhador brasileiro, que muitas vezes se vê obrigado a recorrer a medidas extremas para garantir o sustento de sua família.
A instabilidade política e econômica do país, somada à falta de políticas públicas eficientes, tem gerado um clima de incerteza e insegurança para o trabalhador, que se sente cada vez mais desprotegido e vulnerável. É preciso que o governo adote medidas que incentivem a geração de empregos e garantam a segurança e o bem-estar do trabalhador brasileiro.
*Reportagem produzida com auxílio de IA