Fontes próximas ao presidente Donald Trump indicam que Elon Musk pode estar se preparando para deixar o governo nas próximas semanas. A informação, divulgada pelo site Politico, sugere que Musk retornaria integralmente aos seus negócios, o que já impactou positivamente as ações da Tesla.
A especulação ocorre em meio a um período de avaliação do trabalho de Musk no Departamento de Eficiência Governamental. Apesar da satisfação expressa por Trump, ambos parecem concordar que o bilionário sul-africano pode ser mais útil dedicando-se aos seus empreendimentos privados.
A legislação americana impõe um limite de 130 dias para a atuação de "funcionários especiais do governo", prazo que se encerraria entre o final de maio e o início de junho. Essa restrição legal é um dos fatores que pesam na decisão de Musk.
Contudo, especula-se que Musk poderá manter um papel informal como conselheiro, com participações ocasionais em atividades governamentais. Essa possibilidade minimizaria uma completa dissociação do bilionário da esfera política.
O possível afastamento de Elon Musk do governo Trump já reverberou no mercado financeiro. As ações da Tesla, após registrarem perdas no início da sessão devido à queda nas vendas do primeiro trimestre, apresentaram uma notável recuperação, com alta de 4,50% na Bolsa de Valores de Nova York.
"Musk e o presidente Trump declararam publicamente que Elon deixará o serviço público como funcionário especial do governo assim que concluir seu incrível trabalho no Doge" escreveu Leavitt.
A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, classificou a notícia como um "furo lixo", minimizando a relevância da especulação. Leavitt enfatizou que a saída de Musk já era prevista e faz parte de um plano acordado entre ele e o presidente Trump.
Apesar das negativas oficiais, a possível saída de Elon Musk do governo Trump continua sendo um tema de grande interesse, tanto para o mercado financeiro quanto para o cenário político americano. Afinal, o empresário tem demonstrado grande alinhamento com as pautas conservadoras defendidas por Trump.
*Reportagem produzida com auxílio de IA